1923
Tropa Maragata em 1923
Teve
início no Rio Grande do Sul, só para variar, mais um movimento armado,
conhecido como Revolução de 23, em que lutaram de um lado os partidário de
Borges de Medeiros, mais conhecidos como Ximangos ou Chimangos, borgistas de
lenço branco e de outro lado os aliados de Joaquim Francisco de Assis Brasil,
assisistas ou Maragatos, de lenço colorado, que já haviam peleado na Revolução
de 93 contra os Pica-Paus, e a 29 de outubro desse ano, Tia Maria assistia a
entrada em Pelotas do o velho General Zeca Neto, maragato roxo que manteve a
cidade sobre seu controle, com apoio de grande parte da população por cerca de
seis horas. Oigale taura macanudo.
O povo de Pelotas homeenageando as tropas Maragatas.
Quando
Zeca Neto ivadiu Pelotas, no dia 7 de abril de 1923 e Tia Maria passeava de mão
dadas com Nanãe pela rua Andrade Neves, no centro daquela cidade.
O negócio é resolver na adaga e no rebenque.
Nanãe,
assim era chamada minha bisavó Maria Emilia Pereira Farias, portanto avó de Tia
Maria, era uma mulher fria e desapiedada, que no início do Século XX já havia
despachado até um caixeiro-viajante para a terra dos pés-juntos, conforme
relato em meu livro sobre a história de minha família.
Maria
Emília também era conhecida como Nanãezinha. Mézinha e Bîrja. Êta índia maleva.
Zeca Neto e seu estado maior
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